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Seja muito bem vindo! Aqui você terá noticias, sobre a Mãe Natureza e o que acontece pelo Mundo!

Os ligres: filhotes de leão com tigre

No domingo, uma tigresa em Taiwan deu à luz três filhotinhos bastante peculiares (um deles, infelizmente, não sobreviveu e morreu logo depois do parto).
O que torna os pequenos tão especiais é que seu pai é um leão – e eles são, portanto, ligres.
O nascimento aconteceu em um zoológico particular, o “World Snake King Education Farm”. Segundo o proprietário, que deu uma entrevista à AFP, o leão e a trigresa eram mantidos na mesma jaula desde filhotes sem que nenhuma tentativa de acasalamento tivesse sido notada.
A gravidez da fêmea teria pego todos de surpresa mas, nem por isso, as autoridades do país deixarão de tomar medidas contra o zoo. É que existem regras para o cruzamento em cativeiro de espécies selvagens – e a multa por desrespeitá-las, e realizar cruzamentos sem aprovação das autoridades, por ser de US$1,600.
Como o caso ganhou a atenção mundial da mídia, fui pesquisar e descobri alguns fatos curiosos. Por exemplo, os “ligres” são fruto do cruzamento de um leão macho com uma tigresa. O contrário, uma leoa e um tigre, geraria o chamado “tigreão”. A nomenclatura em si já diz um pouco das diferenças desses dois animais: enquanto os primeiros têm mais características de leão (apesar dos pelos com algumas listras), os segundos são muito mais parecidos com os tigres.
Além disso, os ligres também tendem a ser maiores do que seus pais, enquanto os tigreões podem ser menores ou, no máximo, do mesmo tamanho deles.
Outro fato curioso é que esses híbridos são, na maioria das vezes, estéreis. Na verdade, entre todos os casos já reportados, algumas poucas fêmeas mostraram-se férteis – e, portanto, capazes de ter filhotes. Nenhum macho fértil, ligre ou tigreão, jamais foi encontrado.
Vale dizer também que essa mistura só acontece em cativeiro já que, na natureza, tigres e leões não costumam se encontrar para essa finalidade…
Ah.. ainda nas pesquisas por aí me deparei com outros híbridos curiosos:
- Cama: camelo+ lhama


Zebroide: o cruzamento de uma zebra com qualquer outro equino (geralmente cavalo ou, neste caso, um burro)

Fonte: 
http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/2010/08/17/os-ligres-filhotes-de-leao-com-tigre/

por Paula Rothman

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Filhote de tigre contrabandeado em mala

Por pouco esse filhote de apenas dois meses não passou pelo check-in de um aeroporto na Tailândia.
O animal foi achado sedado e escondido na bagagem de uma mulher de 31 anos que tentava embarcar no Aeroporto Internacional de Bangkok (Suvarnabhumi International Airport) em um vôo da Mahan Air com destino ao Irã.


A história aconteceu no domingo e foi divulgada agora pela Traffic, uma entidade internacional que monitora o tráfico de animais no mundo.

Devido ao excesso de peso, os funcionários do aeroporto suspeitaram da mala – e a estranheza parece só ter aumentado quando notaram algo ao passar o volume pelo raio-X.
Autoridades do país foram então chamadas e – surpresa! – descobriram o filhote dopado.
Detalhe: ele estava no meio de um monte de tigres de pelúcia, colocados ali para tentar encobrir o verdadeiro animal.
O filhote está sob os cuidados do Departamento de Parques Nacionais da Tailândia e amostras de seu DNA serão enviadas para o centro de resgate Khaopratab Wildlife, na província de Ratchaburi, para determinar qual é a sua subespécie. Essa informação deve ajudar a determinar sua origem.
As investigações também devem descobrir se ele nasceu em cativeiro ou foi capturado – e também qual seria seu destino (Irã ou outro país?).
Vale lembrar que os tigres são animais ameaçados de extinção e estão na chamada “lista vermelha” da International Union for Conservation of Nature (IUCN Red List of Threatened Species). O comércio internacional desses animais também é proibido.

Fonte :http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/2010/08/27/filhote-de-tigre-contrabandeado-em-mala/

por Paula Rothman

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Índice de desmatamento da Amazônia em julho segue tendência de queda

Inpe detectou 485 km² de devastação no mês na região.
Em 12 meses, alertas diminuíram 47,5% em relação ao ano anterior.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou nesta terça-feira (31) que detectou 485,1 km² de desmatamento na Amazônia Legal em julho. Com o dado do último mês foi fechado o “calendário do desmatamento”, que vai de agosto de um ano a julho do ano seguinte. Os números apontam queda da devastação na região.

Nos 12 meses, de agosto de 2009 a julho de 2010, os alertas de desmatamento registrados pelo sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real) corresponderam a 2.295,87 km². No período anterior, de agosto de 2008 a julho de 2009, o Deter havia apontado 4.375,15 km² de destruição. A diferença entre os números é de 47,5%.

Mapa do Inpe mostra os pontos de desmatamento detectados em julho. (Foto: Reprodução)



O Inpe ressalta, no entanto, que em função da cobertura de nuvens variável de um mês para outro e, também, da resolução das imagens geradas pelos satélites, os dados do Deter não representam uma avaliação exata do desmatamento mensal da floresta amazônica.

O sistema é voltado para alertar os órgãos de fiscalização. O instituto, portanto, não recomenda a comparação entre dados de diferentes meses e anos.

Desmatamento em julho por estado
Acre 4,5 km²
Amazonas 46,9 km²
Maranhão 22,0 km²
Mato Grosso 102,2 km²
Pará 237,9 km²
Rondônia 70,0 km²
Tocantins 1,6 km²
Total 485,1 km²


Para registrar a taxa anual de desmatamento o Inpe tem o sistema Prodes, que usa imagems de melhor resolução, que possibilitam enxergar os pequenos focos de destruição. A estimativa anual do Prodes será divulgada no final deste ano para o período de agosto de 2009 a julho de 2010, informa o Inpe.

Os resultados do Deter não são proporcionais ao do Prodes, em especial nos últimos anos, quando se proliferaram os pequenos focos de desmatamento.




Fonte:http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1616087-16052,00-INDICE+DE+DESMATAMENTO+DA+AMAZONIA+EM+JULHO+SEGUE+TENDENCIA+DE+QUEDA.html

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Queimada causa nuvem gigante e ofusca satélite no Pará

Incêndio ocorreu nesta semana em Cumaru do Norte, no sul do estado.
Município teve mais de 10 mil focos de queima durante o mês de agosto.

Do Globo Amazônia, em São Paulo


Queimadas no município de Cumaru do Norte, no Pará, acabaram gerando uma nuvem com quilômetros de diâmetro nesta semana. O tamanho da nuvem foi  suficiente para influenciar o registro de imagens por satélites usados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

"A nuvem gerada foi imensa, com mais de 10 quilômetros de diâmetro e atingindo vários quilômetros de altura", observou Alberto Setzer, que está à frente do sistema de monitoramento de queimadas do Inpe. De acordo com ele, o tipo de nuvem gerada é conhecida como pirocúmulus.
"Vários satélites detectaram o ocorrido. Um deles, mesmo estando a mais de 30.000 quilômetros de distância, teve o sensor ofuscado pela quantidade exagerada de calor gerado, o que causou a repetição dos focos na mesma linha, o que é muito raro", explica Setzer.

Cumaru do Norte é o segundo município que teve mais focos de incêndio no Pará durante o mês de agosto. Foram mais de 10 mil focos de queima no período, considerando a medição por todos os satélites disponíveis no Banco de Dados de Queimadas do Inpe. A cidade só ficou atrás de São Félix do Xingu, que teve quase 20 mil focos de incêndio no mesmo período.

Fonte: http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1616096-16052,00-QUEIMADA+CAUSA+NUVEM+GIGANTE+E+OFUSCA+SATELITE+NO+PARA.html

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Empresas ecologicamente corretas

Produtos de qualidade já não são diferenciais. Imagem de empresa grande já não tem o mesmo efeito que antigamente. Está chegando a hora de bons negócios para empresas que se identificam com seus clientes. Empresas que mostrem personalidade. Empresas que investem em talentos. E uma nova tendência está se formando em diversos mercados. As empresas estão tornando seus produtos ecologicamente corretos. Até que enfim, isso é bom para todos nós.




É uma boa oportunidade, para o seu negócio, criar uma imagem de empresa com resposabilidade social. Uma empresa que se preocupa com o meio ambiente, que defende a natureza e que realmente importa-se com a qualidade de vida das pessoas, não importando se elas são seus clientes ou não. A humanidade agradeçe, e está dando bastante espaço para empresas com esse perfil.



Os exemplos são muitos. Temos aí o Linux como o sistema operacional mais correto ecologicamente, bancos mantendo campanhas de solidaridade social e até carnaval ecologicamente correto. Inclusive o setor de contrução civil está investindo em madeira certificada e, apesar da madeira se tornar um pouco mais cara, empresas de moveleiras estão começando a utilizar este tipo de matéria prima na confecção de seus produtos.



Também encontrei um artigo muito interessante, falando sobre as agências brasileiras que, em sua maioria, não sabem aproveitar o ecologicamente correto.



O que as empresas podem fazer para ajudar?



•Conscientizar para a redução do consumo de água, de energia e de viagens rodoviárias e aéreas, indicando, neste caso, o uso maior de tele e videoconferências;

•Substituir a frota de veículos a gasolina por veículos bi combustíveis, pois o álcool é menos poluente que o petróleo;

•Reciclar o papel e o lixo confidencial;

•Introduzir o papel reciclado no material utilizado pelo banco;

•Sensibilizar e conscientizar todos os colaboradores, por meio de campanhas institucionais – informação;

•Usar a impressão centralizada, reduzindo o consumo de papel, toner e tinta;

•Classificar e selecionar fornecedores socialmente responsáveis;

•Praticar a coleta seletiva nos centros administrativos e agências.

O que eu posso fazer a respeito?



•Prefira abrir as cortinas da janela a usar luz elétrica. Você economiza e preserva;

•Ao escovar os dentes, mantenha a torneira fechada. Assim, você evita o desperdício de água;

•Pilhas, baterias e remédios vencidos não são recicláveis. Informe-se sobre o horário de coleta desses materiais;

•Para curtas distâncias, prefira caminhar ao usar seu carro. Você não polui e ainda se exercita;

•Comece separando o lixo em casa. Separe metais, plásticos, vidros, papéis e orgânicos;

Se interessou? Quer saber mais? Então confira alguns sites sobre o assunto.



•http://www.florestasdofuturo.org.br/

•http://www.porummundomaisfeliz.org.br/

Colabore com o meio ambiente. Prefira ser cliente de empresas ecologicamente corretas.


Fonte: http://matheuszeuch.com/prefira-empresas-ecologicamente-corretas/

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Benefícios das empresas amigas da natureza

Muitas empresas já fazem campanhas de marketing envolvendo ações que beneficiam a natureza e a qualidade de vida de seus clientes e colaboradores. A tendência é cada vez mais as empresas se tornarem ecologicamente corretas. Os benefícios são muitos.

Quando sugeri para que você preferisse empresas ecologicamente corretas, não pensei que estávamos tão próximos de uma forte tendência. De lá pra cá, observei que surgiram inúmeras manchetes, reportagens e artigos em revistas, sites e canais de tv sobre empresas que estão atentas e ligadas à preservação do meio ambiente. O quê começou com o objetivo de melhorar a imagem da empresa, agora está sendo utilizada para outros fins. São muitos os benefícios para as organizações amigas da natureza.
Nos benefícios de curto prazo, podemos identificar a melhoria na produtividade da empresa, que ocorre quando seus colaboradores associam os esforços da empresa em pról da natureza com uma melhoria na qualidade de vida. Pessoas felizes são mais saudáveis. Funcionários saudáveis produzem mais. Empresa produtiva fatura mais.
Há longo prazo os benefícios são melhores ainda. Os investimentos e esforços iniciais logo se transformam em economia para a empresa ligada ao meio ambiente. Painéis para captação da energia solar, reutilização da água, reciclagem de papéis, de plásticos e de metais podem fazer afetar de maneira positiva no caixa da empresa. Inclusive, mês passado saiu uma reportagem na Planeta Sustentável entitulada “Os prédios verdes são mais lucrativos“, onde um arquiteto especializado em prédios ecologicamente corretos fala sobre aumento de produtividade e redução de custos, benefícios reais que seus clientes obtiveram com práticas de preservação da natureza.

Se cada empresa e cada pessoa ajudar com o que puder, nossa qualidade de vida melhorará. Não basta ficar ligados, temos que colocar a mão na massa também.

Fonte: http://matheuszeuch.com/beneficios-das-empresas-amigas-da-natureza/

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Licenciamento Ambiental Federal

O licenciamento ambiental é uma obrigação legal prévia à instalação de qualquer empreendimento ou atividade potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente e possui como uma de suas mais expressivas características a participação social na tomada de decisão, por meio da realização de Audiências Públicas como parte do processo.
Essa obrigação é compartilhada pelos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente e pelo Ibama, como partes integrantes do SISNAMA (Sistema Nacional de Meio Ambiente). O Ibama atua, principalmente, no licenciamento de grandes projetos de infra-estrutura que envolvam impactos em mais de um estado e nas atividades do setor de petróleo e gás na plataforma continental.
As principais diretrizes para a execução do licenciamento ambiental estão expressas na Lei 6.938/81 e nas Resoluções CONAMA nº 001/86 e nº 237/97. Além dessas, o Ministério do Meio Ambiente emitiu recentemente o Parecer nº 312, que discorre sobre a competência estadual e federal para o licenciamento, tendo como fundamento a abrangência do impacto.
A Diretoria de Licenciamento Ambiental é o órgão do Ibama responsável pela execução do licenciamento em nível federal. A Diretoria vem realizando esforços na qualificação e na reorganização do setor de licenciamento, e disponibiliza aos empreendedores módulos de: abertura de processo, atualização de dados técnicos do empreendimento, solicitação de licença, envio de documentos e boletos de pagamento de taxas do licenciamento em formato on line.
Pretende-se que o sistema informatizado agilize os trabalhos e as comunicações inerentes ao processo de licenciamento e permita maior visibilidade e transparência para os processos de licenciamento em tramitação no Ibama.


Processo de Licenciamento


O processo de licenciamento ambiental possui três etapas distintas: Licenciamento Prévio, Licenciamento de Instalação e Licenciamento de Operação.
Licença Prévia (LP) - Deve ser solicitada ao IBAMA na fase de planejamento da implantação, alteração ou ampliação do empreendimento. Essa licença não autoriza a instalação do projeto, e sim aprova a viabilidade ambiental do projeto e autoriza sua localização e concepção tecnológica. Além disso, estabelece as condições a serem consideradas no desenvolvimento do projeto executivo.
Licença de Instalação (LI) - Autoriza o início da obra ou instalação do empreendimento. O prazo de validade dessa licença é estabelecido pelo cronograma de instalação do projeto ou atividade, não podendo ser superior a 6 (seis) anos. Empreendimentos que impliquem desmatamento depende, também, de "Autorização de Supressão de Vegetação".
Licença de Operação (LO) - Deve ser solicitada antes de o empreendimento entrar em operação, pois é essa licença que autoriza o início do funcionamento da obra/empreendimento. Sua concessão está condicionada à vistoria a fim de verificar se todas as exigências e detalhes técnicos descritos no projeto aprovado foram desenvolvidos e atendidos ao longo de sua instalação e se estão de acordo com o previsto nas LP e LI. O prazo de validade é estabelecido, não podendo ser inferior a 4 (quatro) anos e superior a 10 (dez) anos.
O Ibama durante o processo de licenciamento ouve os Órgãos Ambientais (OEMAs) envolvidos no licenciamento e os Órgãos Federais de gestão do Patrimônio Histórico (IPHAN), das Comunidades Indígenas (FUNAI), de Comunidades Quilombolas (Fundação Palmares), de controle de endemias (FUNASA), entre outros.
No processo de licenciamento os estudos ambientais são elaborados pelo empreendedor e entregues ao Ibama para análise e deferimento. Para cada etapa do licenciamento há estudos específicos a serem elaborados.
Para subsidiar a etapa de LP, sendo o empreendimento de significativo impacto ambiental, o empreendedor encaminha ao Ibama o EIA/RIMA. Para os demais empreendimentos estudos mais simplificados são requeridos. O EIA é um documento técnico-científico compostos por: Diagnóstico ambiental dos meios físico, biótico e socioeconômico; Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas; Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos e elaboração de medidas mitigadoras dos impactos negativos; e Programas de Acompanhamento e Monitoramento. O RIMA é o documento público que reflete as informações e conclusões do EIA e é apresentado de forma objetiva e adequada a compreensão de toda a população. Nessa etapa são realizadas Audiências Públicas para que a comunidade interessada e/ou afetada pelo empreendimento seja consultada.
Para subsidiar a etapa de LI o empreendedor elabora o Plano Básico Ambiental e se a obra implicar em desmatamento é também elaborado o Inventário Florestal, para apoiar a decisão sobre o deferimento da Autorização de Supressão de Vegetação.
Para subsidiar a etapa de LO o empreendedor elabora um conjunto de relatórios descrevendo a implantação dos programas ambientais e medidas mitigadoras previstas nas etapas de LP e LI.


fonte: http://www.ibama.gov.br/licenciamento/

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